Fizemos uma pequena pesquisa sobre a dança contemporânea e vimos que este estilo de dança foi paralelo, mas separado do desenvolvimento New Dance, na Inglaterra.
Distinções podem ser feitas entre a dança contemporânea estadunidense, canadense e européia. Esse estilo de dança não se define em técnicas ou movimentos específicos, o interprete/bailarino ganhou prestigio para construir suas próprias partituras coreográficas com métodos e procedimentos de pesquisa como: improvisação, contato-improvisação, métodos LABAN, técnicas de release, Body Mind Century (BMC). Alvin Nikolai.
Esses métodos trazem técnicas para que o interprete crie suas composições e temas relacionados à política, sociais, culturais, autobiográficos, comportamentais e cotidianos, como também à fisiologia e a anatomia do corpo. Baseando-se a isso viu-se a necessidade de pesquisar para a complementação da prática.
O corpo na dança contemporânea é constituído na maioria das vezes a partir de técnicas somáticas que trazem o trabalho da conscientização do corpo e do movimento, como a técnica Alexander, Feldenkrais, eutonia, Klauss Vianna (Brasil), dentre outras.
A dança contemporânea passou a trazer à discussão, o papel de várias áreas artísticas na dança, como; vídeo, música, fotografia, artes plásticas, performance, cultura digital e softwares específicos, que permitem alterações do que se entende como movimento, tornando movimentos reais e virtuais ou vice-versa.
A dança moderna modificou drasticamente as “posições-base” do ballet clássico, além de tirar as sapatilhas das bailarinas e parar de controlar seu peso. Ela mantém, no entanto, a estrutura do ballet, fazendo uso de diagonais da dança conjunta.
Referência bibliográfica: Artigo de Ítala Clay de Oliveira Freitas – O corpo na dança contemporânea dos anos 80

